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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Algumas dicas de segurança para mulheres - Logos Segurança

A falta de segurança atinge a todos e, infelizmente, as mulheres são alvos de marginais e sentem-se inseguras nas ruas, especialmente durante a noite. Para tentar diminuir essa insegurança, existem algumas medidas preventivas que podem ser tomadas. Por isso, fique atenta e confira dicas de como aumentar a sua segurança.

1) Sempre preste atenção ao que acontece à sua volta. O uso de celulares ou fones de ouvido nas ruas, pode causar a sua distração e fazer com que não perceba a aproximação de marginais;
2) Tire as chaves do carro ou da casa, de dentro da bolsa, antes de chegar ao veículo. Assim, você não vai chamar atenção por estar mexendo em seus pertences e nem se distrair;
3) Quando sair mais tarde de algum local, ligue para algum parente ou amigo(a), para avisar que está indo embora, naquele horário;
4) Se pegar ônibus em um horário sem muito movimento, sente-se sempre próxima ao motorista;
5) Configure o número da polícia como o primeiro de sua lista de contatos no celular. Certifique-se de que seja de fácil acesso, se precisar acionar rapidamente;
6) Ao andar nas ruas, leve sua bolsa a frente ou a tira colo, para o lado da calçada. Isso dificulta a atividade dos assaltantes;

7) No trânsito, ande com os vidros fechados e evite falar com vendedores ou pedintes. Nem todos estão com más intenções, mas o importante é prevenir;
8) Se notar que está sendo seguida, procure algum estabelecimento movimentado e peça ajuda;
9) Evite carregar pertences de alto valor na bolsa ou abrir sua carteira na frente de outras pessoas. Deixe seu dinheiro ou cartão separado, para facilitar na hora das compras;
10) Caso seja abordada por algum delinquente, não reaja e entregue o que ele pedir. Discretamente, tente gravar a sua fisionomia para ajudar a polícia.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

3 passos para se pensar quando investir em segurança na sua empresa

Por Flávio Losano
O quadro de violência e da falta de segurança no Brasil é uma pauta debatida constantemente na sociedade, mas os índices seguem desanimadores. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 63.880 pessoas foram vítimas de homicídio no Brasil em 2017. O índice é 2,9% superior em relação a 2016 e estabelece um novo recorde negativo: foram sete mortes por hora no ano passado. Natural, portanto, a sensação de insegurança entre os cidadãos, principalmente os que habitam as grandes cidades.
Entretanto, os baixos índices de segurança pública não afetam apenas a sociedade civil, mas também as empresas e indústrias. Muitos empreendedores têm receio de montarem suas empresas em regiões consideradas perigosas por não conseguirem resguardar seus clientes e colaboradores. Diante disso, é inevitável a contratação de serviços de segurança privada, principalmente câmeras de vigilância, para preservar o patrimônio e a vida das pessoas. Para isso, é preciso seguir três passos fundamentais. Confira:
Manutenção
Por mais que as soluções tecnológicas estejam cada vez mais digitais e na nuvem, elas ainda utilizam hardwares que precisam ser instalados em diferentes pontos da empresa. Logo, o empreendedor precisa ter em mente que todo este equipamento necessita de manutenção contínua para continuar operando. Resumindo: é preciso ter um profissional in-house ou um fornecer especializado para realizar a troca de itens obsoletos e realizar a atuação de todos os recursos – o que, evidentemente, irá gerar novos custos.
Armazenamento
Câmeras de monitoramento geram imagens que mostram o dia a dia da empresa e auxiliam os policiais na investigação caso aconteça algum incidente. Entretanto, toda informação digital precisa ser armazenada em algum lugar e o empreendedor precisa ter isso em mente antes de contratar um fornecedor de segurança. Há duas opções principais para esta questão. Ele pode escolher o modelo tradicional, em que os vídeos ficam guardados em computadores ou então o método de cloud computing, quando ficam armazenadas na nuvem e, portanto, podem ser acessadas de qualquer ponto com Internet.
Cobertura
Por fim, é preciso conhecer bem quais áreas você deseja implementar as câmeras de vigilância para determinar a extensão da cobertura que você deseja. Essa informação é de vital importância porque influencia na tecnologia que deverá ser empregada no equipamento e quais áreas são restritas, ou seja, com pouco acesso de funcionários, e quais têm maior circulação. Além disso, essa definição permite a elaboração de um projeto customizado que atende as especificidades do seu negócio, como pontos cegos, baixa luminosidade, entre outras questões.
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Flávio Losano é gerente de Marketing da Tecvoz, empresa de tecnologia referência no mercado de Circuito Fechado de TV (CFTV). 
http://revistasegurancaeletronica.com.br/3-passos-para-se-pensar-quando-investir-em-seguranca-na-sua-empresa/

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Dicas de segurança importantes para sua empresa

. Sistema de Segurança:

Vários são os sistemas oferecidos para a segurança do patrimônio das empresas. Os recursos tecnológicos têm disponibilizado controles de acesso via biometria a fim de restringir a entrada de estranhos aos diversos ambientes da empresa. Câmeras dispostas em ambientes externos e internos também ajudam a controlar a movimentação, tanto dentro, quanto fora.
Além da segurança contra terceiros, é importante pensar também em sistemas contra incêndios, através da disponibilização de extintores de incêndio e medidas preventivas na instalação dos diversos equipamentos e fiações elétricas.
treinamento das equipes em relação a procedimentos de evacuação do prédio e medidas de segurança no caso de incêndios também devem ser práticas constantes e adequadamente divulgadas. Saídas de emergência devem estar desobstruídas e bem sinalizadas.

. Portaria/Recepção:

Orientação e treinamento para os funcionários que trabalham junto à portaria ou recepção são primordiais. A vigilância na entrada e saída de pessoas no ambiente empresarial depende da qualidade do serviço prestado por esses profissionais.
Desde a liberação de acesso até o recebimento de encomendas, tudo deve passar por procedimentos e regras de segurança, como a correta identificação das pessoas.
utilização de crachás de identificação auxilia muito no controle do fluxo de pessoas, seja o uso pelos colaboradores ou para visitantes e prestadores de serviço.

. Emergências:

Como mencionado acima, equipamentos de segurança contra incêndio devem estar dispostos nos prédios. Além desses, equipamentos de primeiros socorros para o caso de emergências também devem estar disponíveis e de fácil alcance.
A saúde dos colaboradores deve estar resguardada. Para isso, a empresa precisa oferecer uma estrutura segura desde os equipamentos que são utilizados para a realização do trabalho até a conservação e qualidade dos alimentos que são servidos nos refeitórios.

. Dinheiro fora da empresa:

Guardar dinheiro na empresa pode ser um chamariz para assaltos. Afinal, até mesmo dentro do ambiente de trabalho, pessoas podem manter uma conduta inadequada.
Por este motivo, o dinheiro não deve ser guardado em cofres ou gavetas dentro da empresa, para evitar problemas e, principalmente, para proteger os colaboradores de alguma tentativa de assalto.
Pode-se manter uma quantia razoável em caixa para pagamento de eventuais necessidades diárias, mas o montante maior deve estar armazenado em um banco.

. Fechar a porta:

Alguém deve ser responsável por trancar a empresa ao término do expediente.
Essa pessoa deve ser de total confiança e ter toda a atenção e controle aos procedimentos necessários. Lembrar sempre da ativação dos alarmes e sistemas de segurança para que a empresa não fique descoberta nos momentos em que não há funcionários na sede.

Segurança Empresarial

A vulnerabilidade não acontece apenas no âmbito predial, é necessário garantir a segurança das informações, sistemas e procedimentos.

. Informações protegidas:

A ação dos hackers está muito mais poderosa e assídua do que imaginamos. Por isso, é importante proteger os sistemas de informação com senhas seguras, difíceis e criptografias, a fim de dificultar a ação dos invasores e o roubo de informações que possam comprometer a empresa.
Para os acessos necessários fora do ambiente da empresa, a instalação de VPN ajuda a inibir a invasão dos sistemas, uma vez que a comunicação é totalmente criptografada.

. Condutas:

Condutas inadequadas por parte de funcionários, lideranças, fornecedores e clientes também podem ser causas de vulnerabilidade no âmbito da segurança da empresa.
Por este motivo, alguns empresários estão implantando sistemas de denúncia dentro das empresas para que essas falhas possam ser identificadas e corrigidas.
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terça-feira, 11 de setembro de 2018

CONDOMÍNIOS: QUANDO NÃO SE FAZ A LIÇÃO DE CASA, É MAIS FÁCIL COLOCAR A CULPA NOS PORTEIROS


Jorge Lordello
Morador de prédio de classe média-alta do bairro de Moema/SP fez desabafo no Facebook logo após chegar em seu apartamento e encontrar a porta arrombada. O crime aconteceu recentemente 
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                                                                                     O denunciante colocou a responsabilidade apenas nas costas do porteiro que permitiu a entrada dos marginais juvenis sem autorização. Entendo, como especialista em segurança condominial, que isso não é correto.
                                                                                     Senão vejamos:
                                                                                     É preciso entender que o trato com a segurança de condomínio deveria iniciar com um “Projeto de Segurança” realizado por profissional experimentado da área, isso com intuito de se levantar, inicialmente, as principais falhas e vulnerabilidades e em seguida apresentar soluções visando a minimização de riscos de invasão criminosa.
                                                                                      O problema é que na prática não é isso que acontece.
Pouquíssimos edifícios usam essa estratégia. A maioria entende que as soluções brotam do síndico, zelador e de moradores que se acham “entendidos” na área de segurança.
                                                                                      No futebol, todo brasileiro se acha um pouco técnico, mesmo aqueles que nunca  pisaram num gramado oficial. Os palpites surgem no calor da emoção do jogo, principalmente quando o time de coração está perdendo ou sendo desclassificado no campeonato.
Na área de segurança ocorre a mesma coisa. Nas reuniões e assembleias em condomínios os ânimos afloram e ideias mirabolantes pipocam. Cada participante se acha dono da verdade, mas poucos apresentam dados técnicos e estatísticos.
E, geralmente, qual a postura dos síndicos?
É o mesmo que uma “colcha de retalhos”, ou seja, o administrador, na tentativa de mostrar serviço, instala alguns equipamentos eletrônicos e físicos e com isso surge o que chamo de “sensação de segurança” entre os moradores.
O problema é que na prática temos apenas a “sensação” mas nenhuma efetividade concreta.
                                                                                      Assim como o torcedor apaixonado não tem a mínima condição de ser técnico de futebol, síndicos e moradores também não possuem expertise e experiência para elaborar estudo e plano técnico de segurança.
A realidade no que tange à segurança patrimonial vem à tona na eventuaridade de um sinistro no prédio.
                                                                                      A partir daí, os moradores mudam a retórica e passam a tecer sérias críticas em relação à segurança coletiva, e o primeiro culpado é condenado sem nenhum possibilidade de defesa .
A responsabilidade toda é jogada nas costas do elo mais fraco, ou seja,  o porteiro da guarita. Em muitos casos a demissão é sumária.
Mas será que o funcionário da portaria tem tanta culpa assim?
Será que somente ele deve ser responsabilizado?
                                                                                      Uma coisa é certa, porteiros e zeladores, geralmente, não são convidados a participar das reuniões nos prédios para tratar do assunto segurança. Portanto, quem lida com as dificuldades e problemas todos os dias não é ouvido, mas é sempre o primeiro a ser responsabilizado quando a invasão acontece.
                                                                                      A constatação que estou fazendo é tão verdadeira, que o morador que teve o apartamento invadido por dois adolescentes apontou o dedo da culpa para quem?
“Entraram facilmente pela portaria aproveitando a incompetência (ou leniência) do funcionário”.
                                                                                      O leitor pode estar fazendo a seguinte reflexão: 
“Mas Lordello, o morador tem toda razão, pois foi o porteiro que liberou inadvertidamente a entrada de garotos estranhos ao edifício”.
                                                                                      Quero ressaltar, que a conclusão não é tão simplista como parece.
Antes de achar “culpado” ou “culpados”, é preciso encontrar respostas para uma série de indagações, que passo a expor:
 -Quais as condições de trabalho dos porteiros do prédio invadido?
 -Os cadastros de pessoas e veículos estão atualizados ou completamente desatualizados?
 -Os porteiros dispõe de sistema informatizado ou têm que puxar na memória a fisionomia de todos os moradores e empregados domésticos?   
 -O edifício possui sistema de controle eletrônico para entrada segura de pessoas?
 -Existe clausura de pedestres e intertravamento dos portões?
 -Será que alguns moradores seguram a porta principal para estranhos também adentrarem ao prédio?
 -Será que todos os moradores colaboram com a segurança ou muitos burlam normas pois preferem comodidade?
 -Tem morador que entra no edifício e faz questão de deixar a porta principal entreaberta?
 -O sistema de câmeras de segurança está funcionando plenamente ou apresenta defeitos? As imagens são nítidas à noite? O monitor usado pelos porteiros é moderno ou antigo? Qual a qualidade das imagens?
Para finalizar, tenho ainda algumas indagações ao síndico?
Os porteiros e zelador passam por treinamento e capacitação pelo menos uma vez por ano?
O prédio tem normas e procedimentos atualizados e específicos para controle de acesso de pessoas, veículos e mercadorias para os funcionários e moradores se orientarem?
                                                                                       Portanto, antes de responsabilizar o porteiro por qualquer sinistro que eventualmente ocorra no condomínio, fruto da violência urbana, é preciso refletir sobre:
Será que o administrador do prédio fez a lição de casa direitinho ou optou por soluções caseiras e amadoras?
                             JORGE LORDELLO
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